O teste, desenvolvido no início do século passado pelo psicólogo Alfred Binet, foi considerado durante um longo tempo como a única métrica de inteligência. No entanto, um QI alto não é sinônimo de uma vida bem-sucedida.
Que o diga Rick Rosner, que tem um QI de 192 e repetiu três vezes o último ano do ensino médio. Ele teve que trabalhar como patinador, porteiro, garçom, modelo de nu e stripper antes de construir uma carreira como roteirista do programa de Jimmy Kimmel.
Atualmente, as ciências cognitivas entendem que existem muitos outros fatores por trás da inteligência. A psicóloga norte-americana Carol Dweck, autora do livro “Mindset”, por exemplo, fala que existem duas mentalidades diferentes sobre inteligência e aprendizagem: o mindset fixo e o de crescimento.
Quem possui um mindset fixo acredita que a sua inteligência é um traço fixo e imutável. O foco é comprová-la, e não desenvolver seus talentos. Já aquelas pessoas que têm um mindset de crescimento são as defensoras do esforço e dedicação – elas vivem com a crença de que as suas habilidades podem sempre ser desenvolvidas. A inteligência é o ponto de partida, e não de chegada.
É interessante, portanto, olhar para a inteligência de uma forma mais holística. Não adianta focar apenas no conhecimento teórico e não saber viver uma vida plena. Um boletim escolar recheado de notas 10 não é uma passagem garantida para o sucesso.
Tudo isso para falar que ser bom em matemática não significa ser bom com dinheiro. Eu já cansei de receber mensagens e ouvir desabafos de pessoas que dizem que não sabem lidar com dinheiro porque não são boas de matemática.
Deixe-me ser bem clara: ninguém precisa ser bom em matemática para saber lidar com dinheiro. A fórmula de Bháskara não ensina ninguém a pagar boletos. Para aprender a cuidar bem do seu dinheiro, você precisa olhar para os seus comportamentos, seus valores. Você sabe esperar? Sabe abrir mão de algo no presente para ter mais no futuro? Sabe planejar?
Já as contas, fique tranquilo: a calculadora está aí para isso (junto do Google e o Excel).
Por isso que gosto tanto do modelo de 7 inteligências. Ele vai muito além do QI e mostra quais áreas precisamos trabalhar para construir uma vida cheia de prosperidade.
São elas:
1. Financeira – É essencial saber como organizar as contas, evitar dívidas por descontrole, guardar dinheiro e investir.
2. Propósito – Além de um trabalho, todos precisam de um propósito. O crescimento pessoal e profissional só pode acontecer quando você conhece a sua motivação e os seus porquês.
3. Autoestima – Sem confiar na sua própria capacidade, é impossível realizar qualquer mudança.
4. Comunicação pessoal – Para crescer, é fundamental conseguir comunicar a sua visão, navegar por ambientes difíceis e mostrar assertividade.
5. Liderança – O caminho da realização profissional passa pela liderança. Influenciar os outros e apoiar a sua equipe no seu próprio caminho de crescimento são habilidades valiosas no mercado de trabalho.
6. Autocuidado – Nós, mulheres, temos a tendência de cuidar de todos, menos de nós mesmas. Aprender a cuidar de si própria é um investimento para garantir um futuro longevo e saudável.
7. Espiritualidade – Todos os grandes executivos (e as grandes também) trabalham a sua espiritualidade de alguma forma, mas principalmente através da meditação. Aprender a se conectar com a sua verdade interior é essencial para conseguir aumentar o impacto do seu trabalho e melhorar a sua qualidade de vida.
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