Você já parou para pensar que à medida que agimos, pode repercutir de maneira errada para as outras pessoas? Você pode até falar que sim, mas tenho certeza, nem que seja por um segundo, que você já se esqueceu disso alguma vez.
Eu, como CEO Global de uma empresa, e não é qualquer empresa, é o Reclame AQUI, muitas pessoas sempre criaram expectativas sobre mim em relação ao meu trabalho. Até eu mesmo crio. E quando alguma coisa não sai como o planejado ou, até mesmo, escuto alguma crítica de algo que fiz sem perceber, o coração aperta.
A minha posição como um cara público exige exposição e cuidado com a imagem, e eu, de alguma forma, me esqueci disso por um instante. Quinta-feira passada, fiz um sorteio para alguns profissionais no meu Instagram e apareci vestindo uma camiseta de uma marca bem conhecida, porém “Não recomendada” em meu site.
Calma, não estou dizendo que, a partir de hoje, vou deixar de usar todas as camisetas de marcas “Não recomendadas” que tenho. Apenas acredito que nós, formadores de opiniões, devemos sim nos preocupar com a imagem que passamos.
Um personal trainer, por exemplo, não permite que ele seja fotografado fumando, mas é ele quem deveria pensar duas vezes antes de fumar. E quem não ficaria indignado se visse algum agente de trânsito estacionado em um local proibido?
No meu caso, falar com propriedade sobre confiança e reputação de marcas sempre foi minha maior ferramenta para fazer a diferença no país e, naquele dia, não valorizei isso como deveria e fui alertado pelo meu amigo Jackson Hass.
Toda a situação me fez pensar no meu crescimento como profissional. Me fez pensar que apesar de ser “experiente de mercado”, eu tenho muito que aprender ainda. Me fez lembrar que o melhor feedback que podemos receber é o negativo, pois é a chance de mudarmos para melhor. E se estou errado, eu quero mudar! Reconhecer o nosso próprio erro dói e requer coragem, mas o quanto a gente cresce... é bom demais.
Amadurecimento da ação. Artigo escrito por Dill Casella.
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