Sidarta Ribeiro

Fundador e vice-diretor do Instituto Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), onde cuida do laboratório Sonho, Sono e Memória, o neurocientista é mestre em biofísica, doutor em comportamento animal, pós-doutor em neurofisiologia e, bem, pra longe da ciência, contramestre de capoeira, discípulo de Mestre Caxias e Paulinho Sabiá.




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Fundador e vice-diretor do Instituto Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), onde cuida do laboratório Sonho, Sono e Memória, o neurocientista é mestre em biofísica, doutor em comportamento animal, pós-doutor em neurofisiologia e, bem, pra longe da ciência, contramestre de capoeira, discípulo de Mestre Caxias e Paulinho Sabiá.

Membro da Academia de Ciências da América Latina (ACAL) desde 2016, é editor associado dos periódicos PLoS One, Frontiers in Integrative Neuroscience e Frontiers In Psychology - Language Sciences. Integra o Conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o steering committee da "Latin American School of Education, Cognitive and Neural Sciences" e o Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (NeuroMat). Exerceu a função de secretário da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC) no triênio 2009-2011 e foi membro do comitê brasileiro do Pew Latin American Fellows Program in the Biomedical Sciences entre 2011 e 2015.

Em seu livro O Oráculo da Noite: A História e a Ciência do Sonho, Sidarta Ribeiro parte das perguntas “o que são os sonhos e qual seu papel na evolução da consciência humana?”. Para respondê-las, articula várias narrativas: desde a evolução biológica do sono e dos fenômenos oníricos, passando pela história cultural das interpretações dos sonhos e de suas funções sociais, pelas investigações e teorias psicológicas e psicanalíticas, até as recentes descobertas da neurociência.

Biologia, história, antropologia, estudos de mitologia, religião e arte se combinam na obra, em um texto acessível a leigos dispostos a uma leitura atenta de passagens de cunho mais estritamente científico.

Lançando mão das múltiplas perspectivas apresentadas, o autor fundamenta a visão expressa no título do livro: de que os sonhos são um “oráculo probabilístico”, no qual as memórias se rearranjam para prever e ensaiar futuros possíveis, com seus riscos e oportunidades.

Temas de Palestras:

- Saúde - Neurociência/Neuromarketing/Neurolinguística/Neurologista
- Escritores
- Criatividade e Inovação
- Saúde - Psicólogos/Psiquiatras/Psicanalistas

AT 09-21