Alexandre Prates

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Alexandre Prates

Educador executivo, apaixonado por engajamento, desempenho humano e organizacional. Master Coach, formado pelo Behavioral Coaching Institute e Graduate School of Master Coaches. Após atuação como executivo em grandes empresas brasileiras, fundou em 2008 o Instituto de Coaching Aplicado, o ICA, com sede em São Paulo, possuindo mais 2.000 horas de atuação em sessões individuais e 250 empresas atendidas em 18 estados, destacando em minha carteira de clientes personalidades como: Denilson, Junior Cigano, Muricy Ramalho, Atila Abreu, Virna Dias, Bruno Soares, além de mais de 2000 líderes formados em todo o País.


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VISIONÁRIO OU CONSERVADOR. QUEM É VOCÊ?

VISIONÁRIO OU CONSERVADOR. QUEM É VOCÊ?


Você acredita ser um profissional visionário ou conservador? 

Visionário é aquele que aproveita todas as oportunidades que surgem, investe nos seus negócios, tem um perfil mais arrojado, não tem medo de arriscar. Consegue acompanhar as tendências do mercado, saindo de sua zona de conforto apostando em inovações disposto a se reinventar. 

Conservador é o último profissional a aderir às mudanças do mercado, que não se arrisca de imediato, não acompanha todas as tendências, é resistente às inovações e só investe no que é tido como certeiro. Aquela pessoa que é cautelosa em tudo o que precisa ser feito.    

E aí, já sabe quem você é dentro do mundo corporativo?

Eu acredito que no mercado, em qualquer empresa ou situação nós PRECISAMOS ADQUIRIR ESSES DOIS HÁBITOS. Nós precisamos ser visionários, mas em alguns momentos ser conservadores. 

Por exemplo, quando você tem na sua empresa um profissional somente visionário, ele tende a dar saltos muito altos sem analisar os riscos de forma adequada, pois ele é muito sonhador, positivo e otimista, é a pessoa que acredita que “tudo vai dar certo sempre”. O conservador faz um papel fundamental que é o de analisar os pontos críticos, agir com cautela, verificar os prós mas principalmente enaltecer os contras, é o pessimista. Ele é o encarregado de “jogar o balde de água fria” necessário.     

O grande segredo é o EQUILÍBRIO entre essas duas visões. Vou contar um pouco da minha história para vocês, sempre fui muito conservador, com o hábito de dar passos muito bem planejados. Mas, quando decidi encerrar minha carreira executiva em 2008, para abrir meu negócio, eu deixei meu lado visionário falar primeiro. 

Eu fui para um mercado que era relativamente novo, ninguém conhecia muito bem a profissão de Coach e eu enxerguei nessa área uma oportunidade e me arrisquei. Na época eu não tinha muito dinheiro, não tinha experiência nesse ramo, não tinha contatos além da bolha social em que eu vivia. Mesmo com todas essas limitações eu preferi olhar meu lado visionário e enfrenta-lás, pois EU ACREDITAVA NO MEU POTENCIAL, isso fez toda a diferença. 

“mesmo com todas essas limitações eu preferi olhar meu lado visionário e enfrenta-lás”

As pessoas acreditam que para migrar para um mercado diferente, é preciso analisar se esse mercado é bom ou está em ascensão, EU DISCORDO, não é porque tal área está indo bem que você vai ser bom para ela. Antes de tudo você precisa acreditar em si mesmo, no seu potencial. 

Somando meu potencial ao mercado percebi que eu tinha muita coisa para colocar em jogo, soube que poderia desbravar esse novo mundo que não era tão grande assim.    

DICA: Olhe para seus pontos fortes, desejos, aptidões e metas, a partir daí olhe para o mercado acreditando no seu potencial. Some seu lado visionário que acredita no mercado com o conservador que sabe das suas qualidades e capacidade para alcançar seus objetivos. A justa medida está em equilibrar o lado que voa e sonha alto (visionário) ao lado que mantém os pés bem firmes no chão, observando tudo ao seu redor (conservador).   

Isso serve para você que deseja se tornar um Educador Executivo, mas que ainda têm dúvidas sobre estar fazendo a escolha certa. Eu te pergunto por que não seria? Será que você não está deixando o seu lado conservador falar mais alto? Faça essa reflexão e deixe o seu lado visionário em primeiro plano e permita-se.