Rogerio Olegario

Brasília/DF
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Rogerio Olegario

Rogério é consultor, planejador, educador financeiro pessoal, escritor e palestrante. É practitioner em programação neurolinguística pela Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística. Possui curso de análise transacional e formação em constelações familiares sistêmicas pelo Hellinger Landdshut Institut – Alemanha.


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Eliminados
Seu amigo, o gerente do banco

Eliminados


Em ano eleitoral, as conversas nos círculos de amigos já estão acontecendo: “Em quem você vai votar?” “Está muito difícil escolher, são todos iguais”. Lembram-se daquela máxima: “pior do que está não fica”? O pior é que piorou... Desculpem o trocadilho...

Hoje vejo que o eleitorado, em geral, está com dificuldades em definir em quais candidatos votar, mas comigo será diferente. Esta decisão, ao contrário do que se pode imaginar, será fácil.

Candidatos perfeitos não existem, claro. Mas há de se convir que certas atitudes devem ser analisadas e pontuadas. E será exatamente esse o ponto que utilizarei para chegar à minha escolha.

Primeiramente, farei uma tabela com duas colunas, uma com o nome daqueles que tiverem a candidatura aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o meu estado. Na segunda coluna colocarei uma série de situações elimináveis. A partir daí, ao longo dos dias de campanha eleitoral, observarei quais se enquadrarão nas situações listadas e os eliminarei gradativamente.

Dentre as situações “elimináveis”, de cunho prático, destaco: suspeição ou investigações em ações penais, mensagens não solicitadas para o meu e-mail e telefone fixo e celular; correntes de e-mail; santinhos colocados no para-brisas de meu carro; erros de português nas propagandas escritas e nas falas no horário eleitoral do rádio e TV; carros de som, carreatas atrapalhando o trânsito; promessas “incumpríveis” e panfletos espalhados pelo chão.

Dos poucos que sobrarem, também excluirei aqueles que pregarem algo contrário aos nove tópicos da citação do grande estadista Abraham Lincoln, transcrito a seguir:

1.   Não criarás a prosperidade, se desestimulares a poupança.

2.   Não fortalecerás os fracos, por enfraqueceres os fortes.

3.   Não ajudarás o assalariado, se arruinares aquele que o paga.

4.   Não estimularás a fraternidade humana, se alimentares o ódio de classes.

5.   Não ajudarás os pobres, se eliminares os ricos.

6.   Não poderás criar estabilidade permanente, baseada em dinheiro emprestado.

7.   Não evitarás dificuldades, se gastares mais do que ganhas.

8.   Não fortalecerás a dignidade e o ânimo, se subtraíres ao homem a iniciativa e a liberdade.

9.   Não poderás ajudar aos homens de maneira permanente, se fizeres por eles aquilo que eles podem e devem fazer por si próprios.”

Assim, sobrarão pouquíssimos candidatos e, portanto, a escolha tornar-se-á fácil.

E se nenhum dos meus escolhidos for eleito, nas próximas eleições farei tudo de novo. Vou continuar insistindo com o meu voto consciente utilizando critérios éticos para dar a minha colaboração. E você? Fará a sua parte para que, na eleição que se aproxima, o eliminado não seja você?